Muller

TEMAS


Muller



Sua carreira está identificada ao São Paulo, pelo qual foi campeão brasileiro em 1986 e em 1991, bicampeão da Libertadores em 1992 e 1993 e da Copa Intercontinental - Mundial Interclubes também em 1992 e 1993.

Marcou o gol do título contra o Milan, de costas, num lance histórico para a torcida são-paulina, no finalzinho do jogo, garantindo o bicampeonato. Ainda pelo São Paulo foi campeão paulista em 1985, 1987, 1991 e 1992 e da Supercopa da Libertadores de 1993.

Müller chegou ao São Paulo em 1984, mas foi em 1985, no time do técnico Cilinho, conhecido como os Menudos do Morumbi, que ele passou a ter destaque; no período em que vestiu a camisa 7 do São Paulo tornou-se o quinto maior artilheiro da história do clube, com 158 gols.

Ostentou por algum tempo uma invencibilidade em finais de campeonato que só foi quebrada com a derrota na decisão da Libertadores de 1994. Apesar de ser um dos destaques do São Paulo nos anos 1990, durante o período em que Telê Santana foi o treinador, com quem teve alguns desentendimentos.

Ao ser perguntado sobre quem considera ser o melhor treinador com quem trabalhou, Müller costuma apontar Vanderlei Luxemburgo e Émerson Leão.

Teve uma passagem de algum destaque no futebol italiano, de 1988 a 1991 onde jogou pelo Torino sem conseguir, no entanto, evitar o rebaixamento de seu time; e uma passagem mais rápida e menos destacada pelo Perugia Calcio. Também militou rapidamente no futebol japonês, pelo Kashiwa Reysol.

Se destacou também em sua passagem pela Palmeiras, onde conquistou o Campeonato Paulista de 1996 e formou o badalado ataque dos 100 gols com Rivaldo, Djalminha e Luizão.

Nessa última fase de sua carreira foi apelidado de "garçom", dada a frequência que deixava seus companheiros em condição de fazer gols.

Voltou Para o Tricolor ainda em 1996 para a disputa do Campeonato Brasileiro, mas com pouco destaque, sendo negociado com o futebol italiano numa passagem relâmpago no Perugia e retornando ao Brasil para atuar pelo Santos em 1997, se destacando com ex-companheiros de São Paulo como Macedo, Zetti e Jamelli.

Os últimos títulos antes de se aposentar foram com o Cruzeiro: a Copa do Brasil em 2000 e a Copa Sul-Minas de 2001.

Pela seleção brasileira, disputou três Copas do Mundo: México-86 e Itália-90, quando foi titular no ataque ao lado de Careca, e EUA-1994, quando foi reserva na conquista do tetracampeonato mundial. Jogou 59 partidas (3 não-oficiais) com a camisa verde-amarela e marcou 12 gols (2 em Copas).

Em 2009, o ex-atacante foi contratado como técnico daquela que já foi uma das equipes mais tradicionais equipes do interior paranaense, o Grêmio Maringá.

Tal contratação faz parte de um plano que almejava levar novamente o clube a elite do futebol paranaense. Não obteve sucesso e foi demitido em 8 de janeiro de 2010.

Passou ainda no Sinop , time que revelou seu colega de São Paulo Rogério Ceni em 1990.

No ano de 2011, assumiu o Imbituba, que disputa a Primeira Divisão do Campeonato Catarinense de Futebol.

Em 2014 será técnico do Grêmio Maringá que disputará a Segunda ou Terceira Divisão do Campeonato Paranaense.

Participou como comentarista no programa esportivo Apito Final, da TV Bandeirantes, ao lado de Luciano do Valle, durante a Copa do Mundo de 2006; exerceu a função também no canal de TV a cabo SporTV. Apresentou uma passagem sem grande destaque pelo Santo André, no cargo de diretor-executivo do clube, onde era responsável pelas categorias de base e do futebol profissional. Foi recontratado em 2011 pelo SporTV para as transmissões da Série B do brasileirão.

Aos 45 anos, o ex-jogador recentemente veio a público admitir que atravessa dificuldades financeiras por ter perdido tudo que acumulara ao longo de duas décadas no futebol. Porém, essa situação foi logo superada com seu emprego no SporTV e a imensa quantidade de eventos que realiza

Temas de Trabalhos

- Futebol
- Esportes
- Presença Vip
- Mestre de Cerimônias