Dunga

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Dunga



Carlos Caetano Bledorn Verri, mais conhecido como Dunga, é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como volante. Atualmente, dirige o Sport Club Internacional.

Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

Dunga tem ascendência alemã e italiana.

Como jogador, sua maior conquista foi a Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos, sendo o capitão da equipe.

Como treinador, teve sua nomeação para ser o técnico do Brasil em 24 de julho de 2006, conquistando a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009.

Em 29 de agosto de 2011, foi cogitado como novo comandante do Al-Rayyan, do Qatar para o lugar de Paulo Autuori, que assumiu a seleção olímpica do país.

Porém, em 5 de setembro, o clube anunciou a contratação de Diego Aguirre.

Como jogador, Dunga sempre chamou a atenção pela liderança em campo.

Volante duro na marcação, não hesitava em tentar lançamentos para os companheiros da frente, nem em desferir potentes chutes com a perna direita.

Ficou internacionalmente conhecido quando foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1990 na Itália pela Seleção Brasileira.

O técnico Sebastião Lazaroni, querendo transformar o jeito do Brasil jogar, que nas duas Copas anteriores com Telê Santana havia sido acusado de perder por se preocupar apenas em jogar bonito, convocou jogadores mais aguerridos e fortes na marcação.

Dentre estes novos jogadores, o que chamou mais atenção foi Dunga. Daí logo a imprensa apelidar a nova filosofia de jogo como sendo próprio da "Era Dunga".

Em 1998 Dunga disputaria a sua terceira Copa.

Mostrando toda a garra e vontade de vencer de sempre, desta vez Dunga acabou exagerando e foi flagrado pelas câmaras de televisão dando uma cabeçada em Bebeto, durante uma discussão em pleno jogo enquanto a bola estava parada.

Constrangido, Dunga acabou se sentido isolado e diminuiu seu ímpeto.

Em 24 de julho de 2006, Dunga foi nomeado como o novo treinador da Seleção Brasileira de Futebol, substituindo Carlos Alberto Parreira, embora não tivesse nenhuma pré-experiência profissional no cargo.

Seu primeiro jogo no cargo foi contra a Noruega, em Oslo, em 16 de agosto (o resultado foi um empate de 1 a 1).

Sua segunda partida foi realizada contra a arqui-inimiga Argentina, que terminou derrotada por 3 a 0, em 3 de Setembro, no Emirates Stadium.

Em 5 de Setembro derrotaram o Gales por 2 a 0 no terreno do White Hart Lane. Mais tarde, derrotaram o Equador por 2 a 1, e tiveram uma vitória em cima da Suíça, por 2 a 1.

A preparação para a Copa do Mundo de 2010 foi proveitosa, tendo a Seleção vencido inclusive a Inglaterra ainda em novembro de 2009.

Na disputa do mundial, o Brasil se classificou em primeiro do Grupo G, vencendo Coreia do Norte, Costa do Marfim e empatado com Portugal.

Nas oitavas-de-final, goleou o Chile por 3 a 0, dando adeus à competição nas quartas-de-final, perdendo para os Países Baixos por 2 a 1.

Em 4 de julho de 2010, dois dias depois da eliminação precoce, a comissão técnica, após o ciclo iniciado em 2006, foi destituído do comando da Seleção Brasileira.

De regra, no mundo globalizado, é cada vez mais importante ouvir o que a experiência nos tem a dizer.

Neste sentido, em suas palestras, DUNGA abre o jogo (em raras oportunidades), compartilhando com os presentes sua vivência de grande líder, reconhecidamente um dos principais responsáveis pela conquista em 1994 do TETRACAMPEONATO MUDIAL DE FUTEBOL PROFISSIONAL.

Para tanto, nos dias de hoje, como Técnico, DUNGA apresenta suas idéias sobre como liderar e motivar pessoas (atletas profissionais, amadores e membros de comissões técnicas esportivas), a partir das suas próprias experiências e não de teorias ditadas do alto de uma torre de marfim, incompreensíveis e pouco úteis para o dia-a-dia das empresas e clubes de futebol.

Ele não tem por hábito fazer apresentações calcadas em discurso retórico de profissionais que, muitas vezes, não vivenciaram a realidade do grupo de trabalho.

Dunga traz percepções práticas, contando suas experiências em capitanear com sucesso grupos de atletas profissionais, verdadeiros executivos de futebol profissional – na medida do possível: DUNGA busca fazer um link com os produtos e/ou serviços oferecidos pela pessoa jurídica contratante de suas palestras – que, todos os dias, precisam encontrar novas maneiras, inovadoras e criativas, para testar e por em prática suas idéias, consolidar e implementar mudanças que melhorem o desempenho do grupo e, principalmente, se aprofundar nas questões essenciais que de fato irão reformular suas equipes.

Em resumo, quando necessário, DUNGA poderá abordar em suas palestras os seguintes temas:

- Esporte educacional;
- Motivação: utilizando-se para tanto de sua larga experiência no futebol, demonstrando a importância do trabalho em equipe, o respeito ao grupo, aos adversários, dirigentes, patrocinadores e, fundamentalmente, ao público em geral, notadamente aos jovens (crianças e adolescentes);
- Política Esportiva no Brasil, inclusive comparando com as regras vigentes na Itália, Alemanha, Inglaterra e no Japão;
- Sua vida no Japão, experiências e ensinamentos como atleta, consultor técnico e cidadão; e
- Responsabilidade Social, a partir de suas próprias experiências como Diretor Presidente do INSTITUTO DUNGA DE DESENVOLVIMENTO DO CIDADÃO; membro do Conselho Gestor do Esporte Clube Cidadão, e de outras sociedade civis, sem fins lucrativos.

A palestra tem duração variável, de no mínimo 60 (sessenta) minutos e no máximo 120 (cento e vinte) minutos, sendo que, independente do tempo.

Temas de Palestras

- Competitividade
- Esportes
- Futebol
- Motivação
- Superação de Desafios / Mudanças
- Trabalho em Equipe / Disciplina