Diego Hypólito

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Diego Hypólito



Diego Hypólito, atleta brasileiro que compete em provas de ginástica artística.

Diego é bicampeão mundial do solo e membro ativo na seleção brasileira. Único representante brasileiro nos Jogos Olímpicos de Pequim, caiu em sua série de solo, aparelho este em que era favorito ao título, e encerrou em sexto.

Aos sete anos, teve seu primeiro contato com o esporte no Clube de Regatas do Flamengo, o mesmo em que sua irmã Daniele treinava. Por insistência dela, especializou-se nos exercícios de solo, no qual conquistou seus primeiros títulos como infantil e mais tarde como júnior.

Em 2005, sofreu uma lesão na tíbia da perna direita, o que causou a interrupção de seus treinamentos por seis meses.

No mesmo ano, retornou ao desporto duas semanas antes do Campeonato Mundial de Melbourne.

Por sua atuação nos Jogos Pan-americanos de 2007, foi indicado ao Prêmio Brasil Olímpico, título conquistado pelo nadador Thiago Pereira.

Em 2009, durante o Troféu Brasil, caiu em seu treino na barra fixa, tendo que abandonar a competição e passar por uma cirurgia.

Medalhista de Prata nas olimpíadas do Rio 2016 na Ginástica Artística modalidade Solo.

Iniciando sua carreira júnior em 2001, Ele é militar 4 sargento da mirianha aos quinze de idade, o ginasta conquistou três medalhas de ouro, uma de prata e três de bronze no Campeonato Nacional Brasileiro, realizado no Paraná.

No evento seguinte, desta vez na capital paulista, foi o medalhista de prata por equipes e no concurso geral, e ouro nas provas do solo e salto.

Em mais uma edição do Campeonato Nacional, foi novamente campeão no solo e salto. Em 2002, na edição do VI Jogos da Juventude, Diego conquistou quatro medalhas de ouro (salto, solo, geral e argolas) e três de prata (paralelas, barra fixa e equipe), tornando-se o maior medalhista da competição, com sete medalhas individuais das sete disputáveis.

Mais tarde, no Campeonato Pan-americano, foi ouro no solo e bronze no evento geral No ano posterior, conquistou seis medalhas de ouro e uma de prata em mais uma edição do Campeonato Brasileiro, do qual saiu como o maior vencedor.

No seguinte evento, o VII Jogos da Juventude, conquistou outras seis medalhas de ouro e uma de prata, novamente saindo-se como o maior campeão. Em 2004, no Campeonato Pan-americano, Diego foi novamente vitorioso no solo e no salto.

Em seu primeiro compromisso sênior, em 2002, apesar de ainda poder competir em alguns eventos da categoria júnior, o ginasta conquistou duas medalhas de ouro no Campeonato Nacional Brasileiro. No mesmo ano, participou do Campeonato Mundial de Londres aos dezesseis anos.

Em 2004, após competições pan-americana e mundial, o atleta participou da etapa da Copa do Mundo de Stuttgart, na qual atingira apenas o sétimo lugar no salto.

Na etapa seguinte, realizada no Rio de Janeiro, foi medalhista de ouro em seus principais aparatos: salto e solo. Em nova etapa de Copa do Mundo, foi novamente ouro no solo e bronze no salto.

No evento seguinte, em Glasgow, na etapa escocesa da Copa, o atleta saiu-se como medalhista de ouro no solo, e com a quarta colocação no salto. Na etapa de Gante, a quinta do ano, Diego foi medalhista de ouro no solo e bronze no salto.

Qualificado, disputou a Final da Copa do Mundo de Birmingham, na qual conquistou novamente a medalha de ouro nos exercícios de solo.

Em 2005, Diego conquistou uma medalha de ouro em mais uma etapa de Copa do Mundo. Mais adiante, mesmo lesionado, competiu no Mundial de Melbourne.


Em 2007, foi ouro em nova disputa de Copa do Mundo, agora em Stuttgart, na Alemanha.

No ano seguinte, teve sua primeira aparição olímpica, nos Jogos de Pequim e conquistou a medalha de ouro do solo na Final da Copa do Mundo de Madrid, realizada na Espanha.

Abrindo o calendário competitivo de 2009, participou de nova etapa da Copa do Mundo, em Cottbus, na qual conquistou as medalhas de prata nos exercícios de solo, superado pelo japonês Kohei Uchimura, e no salto, superado pelo neerlandês Jeffrey Wammes.

Na edição seguinte, em Maribor, foi ouro no solo e sétimo no salto, em prova vencida pelo israelense Stanislav Valeiev.

Na etapa escocesa de Glasgow, conquistou os ouros no solo e no salto novamente. Em Moscou, terminou medalhista de ouro no solo.

Em novembro, disputando a etapa da Croácia, conquistou o tetracampeonato nos exercícios de solo desta temporada

Sua primeira aparição em Pans, deu-se em 2003, na capital dominicana. No evento, Diego conquistou a medalha de prata na disputa coletiva, atrás da equipe cubana.

Classificado para duas finais individuais - salto e solo -, conquistou uma medalha.

Na final do salto sobre a mesa, atingiu a segunda colocação, superado pelo cubano Eric López. Na final de seu principal aparelho, somou pontos apenas para terminar na quarta colocação.

Sua segunda aparição em Pans deu-se na cidade do Rio de Janeiro.

No evento, Diego conquistou três medalhas, dentre as quais, duas de ouro.

Por equipes, ao lado de Luis Augusto dos Anjos, Danilo Nogueira, Mosiah Rodrigues, Victor Rosa e Adan Santos, conquistou a segunda colocação na prova por equipes, atrás da seleção porto riquenha, medalhista de ouro.

Classificado para as finais do salto e do solo, o atleta saiu medalhista de ouro em ambos os eventos. Na final do solo, Diego superou o norte-americano Guillermo Alvarez e atingiu a primeira colocação com 15,875 pontos.

Com esses resultados, o ginasta entrou para a história do esporte ao ser o primeiro brasileiro a receber uma medalha de ouro da categoria.

Sua primeira aparição em mundiais ocorreu na cidade húngara de Debrecen.

Competindo em seu principal aparelho, o ginasta conquistou vaga na final e atingiu a quinta colocação na prova.

Na segunda participação, em Anaheim, nos Estados Unidos, Diego melhorou sua colocação em relação ao evento anterior e conquistou a quarta colocação no aparato, única final na qual esteve presente.

Nessa edição pós-olímpica, sob um novo código de pontos, Diego, aos dezenove anos, teve sua estreia em pódios de mundiais, ao conquistar a medalha de ouro nos exercícios de solo, superando o canadense Brandon O'Neill, e o húngaro Robert Gal, prata e bronze, respectivamente.

Sua quarta participação no evento global, ocorreu na cidade dinamarquesa de Aarhus.

Na ocasião, classificou-se para a final do salto e do solo.

Na final do salto sobre a mesa, Diego somou 15,662 pontos, suficientes apenas para a quinta colocação geral, em prova vencida pelo romeno Marian Dragulescu.

Na seguinte, o solo, foi novamente superado por Dragulescu e terminou na segunda posição, com a medalha de prata, não atingindo assim, o bicampeonato.

Sua quinta participação em mundiais decorreu em Stuttgart, Alemanha. No evento, Diego competiu em todos os aparelhos, visando a final por equipes e do concurso geral.

Pontuando 16,050 no solo, conquistou a vaga para a final do aparelho, ao lado de mais sete ginastas: Makoto Okiguchi, Fuliang Liang, Alexander Shatilov, Guillermo Alvarez, Hisashi Mizutori, Zou Kai e Gervasio Deferr.

Como o primeiro a competir, Diego somou 16,150, 0,100 a mais que na fase qualificatória, e favorecido pelas penalidades atribuídas ao chinês Zou Kai e ao japonês Makoto Okiguchi, conquistou a medalha de ouro, e com ela o bicampeonato no aparato. O espanhol Gervasio Deferr e o japonês Hisashi Mizutori, completaram o pódio dessa competição mundial, com a prata e o bronze, respectivamente.

Na edição realizada na capital inglesa, Diego apresentou-se apenas nos exercícios de solo, ao optar por deixar de se participar das provas do salto, devido a cirurgia feita algumas semanas antes.

Competindo no aparelho durante as classificatórias, caiu e pontuou 15,400, atrás 0,250 ponto do último classificado, o japonês Makoto Okiguchi. Reserva, não disputou a final, vencida pelo romeno Marian Dragulescu.

Sua primeira aparição olímpica foi nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China.

No evento, Diego se apresentou em dois aparelhos durante a fase qualificatória: salto e solo. No salto, só executou o primeiro e não pôde ir à final.

Já no solo, obteve 15.950 pontos e classificou-se na primeira posição. No final deste evento, sofreu uma queda em seu último exercício, terminando em sexto lugar

Diego Hypólito é Prata nos jogos olímpicos Rio 2016.

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