Milton Leite

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Milton Leite



Era começo de 1978, quando Milton Leite ainda cursava as primeiras semanas do curso de Comunicações da Escola de Comunicações e Artes ícone Glifo da Universidade de São Paulo (ECA/USP), que surgiu a primeira oportunidade de emprego como jornalista.

Um anúncio publicado pelo Jornal de Jundiaí-Regional ícone Glifo oferecia vagas para repórteres iniciantes.

Depois de um teste, a aprovação e o início da carreira. Ali, foram quatro anos, passando por praticamente todas as funções da redação, inclusive diagramação, na época ainda feita com régua e calculadora.

Apenas 1 ano depois do primeiro teste e das primeiras linhas veio a chance de atuar também na Rádio Difusora Jundiaiense ícone Glifo, do mesmo grupo empresarial do jornal.

E ainda outra estréia: na área de esportes, como repórter de campo nas transmissões de jogos do Paulista FC ícone Glifo, o clube da cidade.

Com o passar do tempo, o trabalho de Milton na rádio também se estendeu. Teve a chance de apresentar programas de variedades, escrever e apresentar jornais, narrar futebol pela primeira vez.

Em setembro de 1981, deixou o Jornal de Jundiaí, transferindo-se para o Jornal da Cidade ícone Glifo, o concorrente da mesma cidade. Milton foi contratado como editor de Esportes e chefe de reportagem - nas redações menores, acumular cargos e funções é rotina, o que só aumenta o aprendizado dos profissionais.

A partir de julho de 1988, atuou também na outra rádio AM de Jundiaí, a Rádio Cidade ícone Glifo, como apresentador de programa matinal de variedades, além de também atuar como narrador de eventos esportivos. A experiência durou pouco mais de 1 ano.

Foi em julho de 1987, quase dez anos depois daquele teste no Jornal de Jundiaí, que Milton recebeu a indicação para trabalhar no jornal O Estado de S. Paulo ícone Glifo, um dos maiores do país, como redator na área de Economia.

Dois amigos jornalistas foram fundamentais nesse salto na carreira: Sidney Mazzoni e Ademir Fernandes.

A apresentação do programa de rádio em Jundiaí continuava e foi o que lhe valeu, poucos anos depois, a ida para a Rádio Jovem Pan AM, pelas mãos do diretor de Jornalismo da emissora paulistana à época Fernando Vieira de Mello.

Em meados de 1990, Milton passou a acumular o trabalho na Economia do Estadão e a apresentação do "Show da Manhã", programa de variedades da Jovem Pan. No final do mesmo ano, resolveu seguir apenas no rádio. Apresentou o "Show da Manhã" por 8 anos.

Pouco tempo depois, a televisão entra na trajetória de Milton Leite. Surgia naquele momento, a TV Jovem Pan, emissora de UHF pertencente ao mesmo grupo da rádio, que pretendia basear a sua programação no tripé jornalismo, filmes e esportes - acompanhando a tradição construída pela Rádio Jovem Pan ícone Glifo.

E os profissionais do rádio foram convidados a participar das primeiras transmissões experimentais. Milton participou de algumas em eventos de economia, política e, principalmente de esportes.

A TV Jovem Pan estabeleceu um acordo com a Rede Globo para exibir o Campeonato Paulista de Futebol ícone Glifo de 1991. No começo, era um apresentador que comandava o programa que antecedia aos jogos e o intervalo das partidas.

Mas num domingo, 8 de setembro, estava no estúdio preparando-se e foi chamado às pressas para ir para o Estádio do Pacaembuo ícone Glifo. Teria de narrar o jogo entre Palmeiras ícone Glifo e Portuguesa ícone Glifo, porque o narrador escalado, o jornalista Flávio Prado ícone Glifo, estava sem voz.

Resultado: depois daquele dia, deixou de ser apresentador para iniciar a carreira de narrador. Fernando Vieira de Mello e o presidente da Jovem Pan, Antonio Augusto Amaral de Carvalho (Tuta) ícone Glifo foram os responsáveis pela aposta no novo narrador.

Depois de mais de dez anos, a carreira retornava à área esportiva, ainda como função secundária, já que o programa de variedades no rádio ainda era a principal atividade.

Mas, se o projeto da TV Jovem Pan não prosperou, a carreira de narrador esportivo de Milton Leite decolou. Em janeiro 1995, graças às indicações dos jornalistas Juca Kfouri ícone Glifo e Flávio Prado e à aposta de José Trajano ícone Glifo, que comandava o projeto, teve a chance de transmitir alguns eventos pela TVA Esportes, canal criado pouco tempo antes dentro do mercado de TV por assinatura que começava a se desenvolver.

No começo, era só cobertura de férias. Mas bastaram poucas semanas de trabalho para ser fixado na equipe. Seis meses depois, o canal passaria a ser chamado de ESPN-Brasil.

No final de 1997, o canal preparava-se para a cobertura do primeiro grande evento internacional, a Copa do Mundo da França. Por essa razão, Milton resolveu dar o passo definitivo na carreira de narrador esportivo, deixando a Jovem Pan e o "Show da Manhã" para dedicar-se apenas à ESPN-Brasil ícone Glifo e ao projeto Copa do Mundo.

Foram 10 anos na ESPN-Brasil. Ali, além dos principais eventos domésticos do futebol, vôlei, basquete, participou da cobertura de dois Jogos Olímpicos (Sydney-2000 e Atenas-2004) e do Campeonato Mundial Masculino de Basquete, em Indianápolis (2002). Foram 20 meses de trabalho entre janeiro de 2004 e outubro de 2005.

Também narrou dos estúdios no Brasil, competições dos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo (1999).

Ainda como contratado da ESPN-Brasil e já figurando entre os principais profissionais do jornalismo esportivo do país, foi convidado para assumir a direção de jornalismo da Rádio Eldorado AM ícone Glifo, empresa do grupo O Estado de S. Paulo. Foi o responsável pela reestruturação de toda a programação, organização da redação e ainda apresentar um programa de variedades, o "Panorama Eldorado".

No final de 2004, Milton Leite sentiu necessidade de mudar o rumo da carreira, abrir horizontes e iniciou conversações com outras emissoras.

Em abril de 2005, assinou com a Rede Globo de Televisão ícone Glifo para prestar serviços inicialmente no canal por assinatura Sportv ícone Glifo. No grupo, participou da cobertura de 2 Copas do Mundo de Futebol (Alemanha-2006 e África do Sul-2010), dos Jogos Olímpicos de Pequim (2008), dos Campeonatos Mundiais Femininos de Basquete Feminino (Brasil-2006 e República Tcheca-2010), Mundial de Ginástica (Londres-2009), Jogos Pan-Americanos (Rio-2007), além de jogos da seleção brasileira nas Eliminatórias para a Copa do Mundo ícone Glifo, Libertadores da América ícone Glifo e competições nacionais de vôlei, basquete, atletismo...

Pouco mais de 1 ano após assinar seu primeiro contrato com a Globo, foi escalado para narrar eventos na TV aberta, principalmente no "Esporte Espetacular" ícone Glifo, nas manhãs de domingo. Foram competições de remo, vôlei, handebol, atletismo, kart... Em setembro de 2010, estreou no futebol da TV Globo ícone Glifo.

Como narrador esportivo, Milton Leite já conquistou vários prêmios. Os mais importantes: 5 vezes vencedor do Prêmio Ford-Aceesp, entregue anualmente pela Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo; Prêmio Comunique-se: finalista em 4 edições e vencedor em 2010.

Tipos de Trabalhos

- Mestre de Cerimônias
- Comentarista Esportivo
- Jornalismo
- Moderador de Debates
- Esportes