Pratini de Moraes

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Pratini de Moraes



Profundo conhecedor do agronegócio, ex-ministro comemora a consolidação do Brasil como o maior exportador mundial de carne bovina.

Deputado federal por dois mandatos. Ministro interino do Planejamento e Coordenação Geral em 1968 (governo Costa e Silva).

Titular das pastas da Indústria e Comércio em 1970 (governo Garrastazu Médici), de Minas e Energia em 1992 (governo Itamar Franco) e da Agricultura em 1999 (governo Fernando Henrique Cardoso).

Economista por formação, graduado pela Universidade do Rio Grande do Sul, com cursos no exterior de pós-graduação em Administração Pública e Administração de Empresas.

A experiência acumulada tornou Marcus Vinicius Pratini de Moraes um profundo conhecedor do agronegócio nacional e veterano no campo das negociações internacionais.

Aos 67 anos, atualmente ele exerce o cargo de presidente do Conselho da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes Industrializadas (Abiec).

Criada em 1979 em função da necessidade que os exportadores de carne sentiram de uma atuação focada e mais agressiva na defesa de seus interesses específicos, a Abiec hoje também facilita a interlocução com governos, entidades de classe e organismos  internacionais

Desde 2003 à frente da associação, Pratini comemora a consolidação do Brasil como maior exportador mundial de carne bovina.

E vislumbra um avanço ainda mais expressivo de nossos produtos agrícolas no mercado internacional, desde que o país adote uma postura mais firme em negociações com seus eventuais parceiros.

Na sua visão, esta liderança não é conquistada por acaso, uma vez que os países importadores de alimentos estão cada vez mais exigentes com a segurança alimentar. 

Para ele, o Brasil conquistou o mercado de 180 países porque tem qualidade.

"Fala-se muito na questão sanitária, mas estamos num país de dimensões continentais. Fazer vigilância sanitária numa área de mais de oito mil quilômetros quadrados não é uma tarefa fácil. Claro que precisamos fazer nosso dever de casa com mais afinco.

O Governo Federal tem que destinar mais verbas para o controle sanitário. Mas já avançamos muito e a prova disso é o crescimento das exportações de carne bovina. 

É preciso ficar atento, porém, para o uso de questões sanitárias como forma de protecionismo. Nossos exportadores se profissionalizaram e atingiram nível de excelência que os deixa capacitados para competir com qualquer país. O resultado é que há muito tempo estamos incomodando. Veja o caso dos Estados Unidos, que utilizam a questão sanitária para barrar nossa carne in natura", analisa.

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