Nicolas Fischer

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Nicolas Fischer



Graduado em administração de empresas pela Universidade TU Berlim, na Alemanha, e também qualificado academicamente em MBA da canadense Universidade British Columbia (UBC), Nicolas Fischer.

Em 1992, iniciou sua trajetória na Beiersdorf (BDF NIVEA / Hamburgo), como Controller para a América Latina. Em 1995, como diretor da Controladoria, seguiu rumo à Colômbia com o objetivo de dirigir o grupo andino composto por Colômbia, Venezuela e Equador. Em fevereiro de 1996 mudou-se para o Brasil, onde atuou durante cinco anos como diretor financeiro da BDF NIVEA no País.

Em março de 2001, Nicolas Fischer saiu do grupo Beiersdorf para assumir a presidência da Wella no Chile. Após dois anos, adicionalmente à sua função como presidente passou a ser o responsável regional da Wella para os países do Cone Sul - Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Nesses mercados, comandou processo de integração em fase de aquisição pela Procter & Gamble (2003), permanecendo até outubro de 2004.

Então, assumiu novo cargo na Procter & Gamble: diretor de Marketing dos negócios da Wella no Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil. No ano seguinte, ainda à frente dessa mesma função, retornou ao mercado brasileiro. E, em setembro de 2005, de volta ao grupo Beiersdorf, assumiu a presidência da BDF NIVEA no Brasil com a missão de manter seu ritmo de crescimento.

Em fevereiro de 2016, o executivo tornou-se CEO da francesa Coty no Brasil. E assumiu o posto num momento especial: globalmente, a companhia fazia a maior aquisição de sua história, ao obter mais de 40 marcas de beleza da P&G e, aqui, comprava a divisão de beleza da Hypermarcas (que Nicolas dirigia no País). Mesmo com a crise no mercado local, estava declarado o interesse da Coty de estabelecer efetivamente no Brasil uma estrutura forte.

A companhia é a maior empresa de fragrâncias do mundo, com 40% de share e marcas como Calvin Klein, Gucci, Boss, Burberry, Tiffany e Lacoste, e também está entre as três maiores em maquiagem, com Covergirl, Maxfactor, Sally Hansen e Rimmel, aqui usada como sinônimo da categoria máscara para os olhos. Com faturamento de US$ 9 bilhões em 2017, a Coty tem ambição de desbancar da liderança a compatriota L’Oréal. Para isso, lembra Fischer, é preciso sair do convencional e desafiar as demais marcas, assim como, no âmbito de cultura organizacional, ser uma empresa disruptiva, pensar como startup, e incentivar o protagonismo das equipes.

Temas de Palestras:

- Cases de Sucesso
- Competitividade
- Liderança
- Marketing / Comunicação
- Empreendedorismo

AT 10-09