Gilberto Dimenstein - Catraca Livre

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Gilberto Dimenstein - Catraca Livre



Idealizador do site Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle.

O objetivo principal do site é agrupar informações que mostrem possibilidades acessíveis e de qualidade, virtuais ou presenciais, em várias áreas da atividade humana - cultura, saúde, mobilidade, educação, esportes e consumo, em diferentes capitais do Brasil.

Presente também no Facebook, rede social na qual possui quase 8 milhões de seguidores, o Catraca se propõe a revelar personagens, tendências e projetos que inspirem soluções comunitárias inovadoras e inclusivas, mas também incita debates envolvendo questões sociais, culturais e políticas.

Vencedor de alguns dos principais prêmios brasileiros de Jornalismo e de Literatura, o Jabuti, foi apontado pela revista Época em 2007 como umas das cem figuras mais influentes do país.

Autor de reportagens de repercussão nacional e internacional sobre a violência contra crianças, coleciona em sua jornada a criação da entidade Cidade Escola Aprendiz, o site Catraca Livre e o programa Mais São Paulo.

Foi eleito em 2014 entre os Admirados Jornalistas Brasileiros. Reeleito, voltou a integrar a listas dos Admirados em 2015. É Top 10 no Ranking J&Cia dos +Premiados Jornalistas da História – Região Sudeste pelos prêmios conquistados com o Catraca Livre. A classificação foi divulgada em janeiro de 2016.

Iniciou no Jornalismo em 1977, na revista Shalon (SP), da Comunidade Judaica do Brasil. Formado na Faculdade Cásper Líbero, é colunista da Folha de S.Paulo (SP) e comentarista da rádio CBN (SP).

Já foi diretor da Folha de S.Paulo, na sucursal de Brasília, e correspondente internacional em Nova York (EUA). Desde 2011 integra o Conselho Editorial do jornal. Vive nos Estados Unidos, onde desenvolve o projeto de Comunicação para a Cidadania, a convite da Universidade Harvard, em Cambridge (EUA).

Trabalhou também nos jornais O Globo (RJ), Jornal do Brasil (RJ), Correio Braziliense (DF), Última Hora (SP) e nas revistas Educação (SP), Visão (SP) e Veja (SP). Foi acadêmico visitante do programa de Direitos Humanos da Universidade de Columbia, em Nova York.

Passou a se dedicar mais aos temas sociais entre 1991 e 1992, quando recebeu uma bolsa de estudos da MacArthur Foundation para investigar a violência e prostituição da criança na Amazônia. O resultado das apurações foi relatado no livro Meninas da Noite. A Prostituição de Meninas Escravas no Brasil (Ática, 1992), publicado em vários países.

O enfoque da temática não ficou apenas nas reportagens e comentários. Passou então a desenvolver ações sociais. Foi um dos criadores da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), disseminada pelo Brasil e vários países da América Latina. Em 1994, criou a ONG Cidade Escola Aprendiz, onde se desenvolve o programa Bairro Escola, replicado com apoio do Unicef e Unesco em vários estados e cidades do País.

O projeto utiliza metodologia alternativa para a formação de profissionais do futuro, modelo que foi considerado, em 2009, um exemplo de inovação comunitária pela Escola de Administração de Harvard, e foi avaliado, pela Unesco, como uma referência mundial. O texto foi enviado ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Está diariamente no Mais São Paulo, programa na rádio CBN que vai ao ar duas vezes por dia, e semanalmente no portal FolhaOnline e no jornal Folha de S.Paulo, com comentários assinados.

Comanda na rádio CBN, o programa Cidadão Jornalista, um espaço destinado aos leitores e ouvintes que, ao relatarem fatos e experiências de sua cidade, comunidade e cotidiano, se tornam repórteres por um momento.

Ganhou, em 1995, o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, junto com o cardeal d. Paulo de Evaristo Arns.

Além disso, recebeu o Prêmio Criança e Paz, do Unicef e uma menção honrosa do Prêmio Maria Moors Cabot, da Faculdade de Jornalismo de Columbia (USA).

Outras premiações abrilhantam a carreira de Dimenstein. Entre elas estão: dois Prêmios Esso de Jornalismo em 1988, na categoria Principal, com a reportagem A Lista da Fisiologia, e, no ano seguinte, na categoria Informação Política, com O Grande Golpe, ambas publicadas pela Folha de S.Paulo, dois Prêmios Líbero Badaró de Imprensa, o Prêmio Jabuti de Literatura de Melhor Livro de Não Ficção em 1993, com O Cidadão de Papel (Ática, 1993), além de um Prêmio Comunique-se, na categoria Jornalista de Cultura Mídia Livre, em 2012.

Entre outras obras de sua autoria destacam-se: A República dos Padrinhos: Chantagem e Corrupção em Brasília (Brasiliense, 1988); As armadilhas do poder – Bastidores da imprensa (Summus,1990); A Guerra dos Meninos – Assassinatos de Menores no Brasil (Brasiliense, 1990); A Democracia em Pedaços (Companhia das Letras, 1996); O Aprendiz do Futuro (Ática, 2005); O Mistério das Bolas de Gude (Papirus, 2006); Fomos Maus Alunos (Papirus 7 Mares, 2009) e Mundo de REP (Melhoramentos, 2010). O Mistério das Bolas de Gude também saiu em audiolivro (Audiolivro, 2006). As obras tratam de assuntos polêmicos para a sociedade brasileira e são usadas, com sucesso, por várias escolas do País.

Dimenstein é sempre convidado para palestras que abordam assuntos sobre Educação, Habilidades e Competências.

Temas das Palestras
- A Educação contra a Invisibilidade Humana
- Desenvolvimento Sustentável e Biodiversidade
- O Profissional do Futuro
- Pós-graduação e o Mercado de Trabalho
- Mediação de debates