Luisa Mell

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Luisa Mell



Marina Zatz de Camargo Zaborowsky, mais conhecida pelo nome artístico Luisa Mell, é ativista, apresentadora de televisão, atriz e escritora.

Nascida em família judia, tornou-se apresentadora de programas especializados em animais, sobretudo cães, com o qual tornou-se conhecida pelo neologismo de "cachorreira", adotou o nome Luísa em homenagem à avó, morta num acidente automobilístico quando a modelo ainda era adolescente.

O acidente fez o pai, José Alfredo, ficar deprimido, o que se resolveu com ajuda de um cachorro, que a família então arrumou - motivo pelo qual a apresentadora diz ter grande ligação com esses animais. Sua mãe é Sandra Zatz.

O nome Mell foi adotado porque, segundo Luisa, vendera pão de mel quando criança.

Embora mantenha "mel" no nome, Luisa é vegana, filosofia que defende a não exploração e crueldade contra os animais, dentro do possível e praticável, o que exclui de sua dieta e cosméticos o mel, alimento produzido pelas abelhas para as abelhas. Portanto, pão de mel, agora, só vegano.

Em 1998 fez sua estreia na televisão como Dora, no sitcom Família Pimenta, quadro do programa Domingo Legal.

Em 1999 assinou com a RedeTV! e se tornou repórter do programa Eu Vi na TV passando em 2001 para o comando do quadro Objeto do Desejo no Noite Afora.

Em 2002 estreou seu próprio programas às sextas-feiras, o Black Brasil, destinado à música negra brasileira.

No mesmo ano também estreia no comando do Late Show, aos domingos, programa sobre animais de estimação, promovendo resgate de bichos sob maus tratos, campanhas de adoção, levando cães e gatos abandonados aos veterinários, além de tirar duvidas sobre os animais de estimação e trazendo novidades deste universo.

Também foi apresentadora principal do programa TV Fama. Com o encerramento do Black Brasil, no final de 2002, passou a apresentar também o TV Fama, onde ficou até 2006.

Em 2007 foi madrinha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, que trazia enredo versando sobre o aquecimento global.

No mesmo ano estrelou o musical Cinderela, adaptado por José Wilker e com direção de Eduardo Martini.

Em 2008 madrinha de bateria de escola de samba novamente, mas desta vez na Imperador do Ipiranga, que trazia enredo em apoio às causas ecológicas defendidas por Luisa.

No mesmo ano estreou os espetáculos Nunca Se Sábado e Mãos ao Alto, São Paulo.

No mesmo ano protagonizou o seriado Amorais, no Canal Brasil, como a trambiqueira Carina, sendo dirigida por Fernando Ceylão.

Em 2010 passou a apresentar o programa Comunidade dos Bichos, na Rádio Bandeirantes, além de se tornar colunista pelo direito dos animais no website da mesma, onde ficou em ambos por três anos.

No mesmo ano assinou contrato com a TV Gazeta para apresentar um programa Estação Pet.

Em 12 de abril de 2018 Luisa Mell foi confirmada como nova apresentadora na Rede Bandeirantes, onde deve estar à frente de um novo programa voltado aos animais.

Em 2008 promoveu um evento em que procurava encontrar novos donos para cerca de 100 cães resgatados por ela.

Na mesma época foi revelado que o público da novela A Favorita enviou um protesto para a Rede Globo para impedir que uma cena onde um cão seria morto fosse ao ar, dizendo que chamaria Luisa para intervir se isso acontecesse.

Em 2009 lançou um livro de poesias, reunindo autores consagrados como Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar, Astrid Cabral, intitulado "Poemas Que Latem ao Coração", organizado pelo escritor Ulisses Tavares.

No mesmo ano ganhou destaque em uma reportagem da revista Men's Health sob o título "Não sou apenas a moça dos cachorros", onde falou sobre seu ativismo.

Ainda em 2009 falou à revista Cult, a maior publicação de conteúdo cultural brasileira, sobre a adoção e resgate de animais.

Em 2010 foi convidada por Madonna para ajudá-la com as doações em prol das vítimas do terremoto do Haiti, tendo feito sua doação.

No mesmo ano ficou em segundo lugar, atrás apenas de Megan Fox, na lista da revista estadunidense Men's Health que elegia as "mulheres capazes de salvar o planeta".

Neste ano também organizou uma campanha para resgatar cães vitimas das enchentes que assolaram a cidade de São Luiz do Paraitinga.

Em 2013 participou da invasão do Instituto Royal, sob alegação de que cachorros da raça Beagle estariam sendo maltratados e sacrificados, resgatando com outros ativistas 178 cães e 7 coelhos.

Em 2014 fundou a ONG Emergência Animal, para resgatar e tratar animais de rua.

Fundado em fevereiro de 2015, o Instituto Luisa Mell atua principalmente no resgate de animais feridos ou em situação de risco, recuperação e adoção. Mantem um abrigo com mais de 300 animais, entre cães e gatos, todos resgatados das ruas, onde eles são protegidos, alimentados e aguardam pela chance de serem adotados

Em 2018 Luisa lançou o livro Como Os Animais Salvaram Minha Vida, no qual relata momentos importantes de sua carreira na televisão, sua vida pessoal e seus trabalhos como ativista pelos direitos dos animais.

Tipos de Trabalho:

- Mestre de Cerimônias
- Apresentadores
- Presença Vip
- Celebridades / Atores