Domingos Ricca

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Domingos Ricca



Domingos Ricca, consultor especializado em empresas familiares. Sócio - diretor da Ricca & Associados Consultoria e Treinamento Ltda, diretor-presidente da Revista Empresa Familiar, Apresentador do Programa Gestão Familiar (canal 18 cabo e canal 26 fibra –VIVO TV), Certificado pela SQS Suíça e Fundação Vanzolini - realizado em Buenos Aires, Argentina - para certificação em Governança Corporativa no Brasil. Graduado, mestre e PhD em administração; professor de graduação e pós-graduação, tendo atuado como diretor de empresas e instituições de ensino, autor de livros sobre os temas: empresa familiar e marketing de varejo.

Livros de sua autoria

- Sucessão na Empresa Familiar: Conflitos e Soluções;
- Administração e Marketing para Pequenas e Médias Empresas de Varejo;
- Da Empresa Familiar à Empresa Profissional;
- O poder da governança corporativa nas pequenas e médias empresas

A prática dos princípios de transparência, equidade e responsabilidade pelos resultados perante os fundadores, sócios e herdeiros ajudam a evitar consequências desagradáveis geradas por muitos conflitos típicos de empresas familiares ao longo do tempo. Estima-se que cerca de 85% das empresas enfrentam problemas dessa natureza atualmente.

A falta dos valores de governança corporativa é o fator que mais potencializa os conflitos e, muitas vezes, põe em risco a própria sobrevivência de muitas empresas de natureza familiar, justamente pela falta de transparência e unidade de entendimento do negócio junto aos familiares que estão fora da administração da empresa. Outras vezes é o tratamento distinto entre os familiares com direitos iguais, ou ainda, a falta de responsabilidade pelos resultados daqueles que estão na administração da empresa frente aos que não estão, que provocam tantos conflitos, chegando muitas vezes a comprometer a sua continuidade do negócio.

Uma das maiores importâncias da governança corporativa é que ela perpetua a marca da empresa e a sobrevivência dela, mantendo assim, o sonho do fundador. A adoção de governança corporativa possibilita muitas vantagens, como, por exemplo:

- redução de riscos do processo de sucessão
- controle e geração dos negócios familiares através de um Conselho de Administração assegurando aos fundadores o direito de se afastar, paulatinamente, das operações, sem comprometer a performance e a continuidade da empresa
- treinamento para os sucessores através de suas participações no Conselho, proporcionando mais chances de estabilidade da empresa e dos negócios, não dependendo eminentemente da pessoa do fundador para isso

Além disso, proporciona aos principais acionistas ou sócios, condições de atuação e participação na gestão das empresas e dos negócios, não estando necessariamente envolvidos nas operações, conduzidas por equipes profissionais.

A governança corporativa melhora a qualidade da gestão através da contribuição de conselheiros da família e externos qualificados e reconhecidos no meio empresarial. Certos agentes de mercado -como bancos, fornecedores, parceiros de grande porte, multinacionais, governo- não vêem com bons olhos a empresa familiar quando ela atinge certo estágio de estagnação e convive com os conflitos familiares já mencionados. E somente a prática de uma boa governança corporativa pode melhorar a imagem junto a esses agentes.

Temas das Palestras

Assuntos abordados:

- Governança Corporativa;
- Conselho de Administração;
- Profissionalização;
- Sucessão Familiar;
- Planejamento da Sucessão Familiar;
- Treinamento para sucessores;
- Cultura familiar;
- Valores de família X empresa;
- A sua empresa está preparada para o mercado?

Sucessão familiar: o desafio do empreendedor

Sabemos que as empresas familiares representam 85% do mercado, mas também sabemos que o índice de empresas que fecham suas portas é muito grande. Muitos motivos podem ser causadores deste fracasso.

Como toda empresa, as empresas familiares também enfrentam grandes problemas, quem sabe até um maior que uma empresa que não familiar: a sucessão; processo temido por muitos empresários.

Em primeiro lugar devemos ter em mente a importância da perpetuação, uma vez que, quando iniciamos um negócio, sempre o nosso sonho é que ele cresça cada vez mais e passe de geração a geração, tornando-se um grupo forte e de grande sucesso.

Como fazer a transferência de comandos sem chocar a cultura da empresa? Como perpetuar se sabemos que carisma e liderança não se transferem? E se o sonho do pai não é o mesmo sonho do filho?

Entra em ação neste processo, de extrema importância, a presença de um consultor para agir como mediador nesta transição.

É muito difícil realizar um processo de sucessão sem a presença do fundador. A presença dele é extremamente importante. Em caso de falecimento é necessário avaliarmos muitos fatores existentes dentro da empresa. Se existe a figura de um presidente, a definição dos trabalhos de cada membro da empresa, se existe a necessidade e o quanto seria importante a presença de pessoas de fora da família na empresa.

Uma empresa pode ser considerada familiar a partir de sua segunda geração, pois aí podemos dizer que já criou sua própria cultura.

Ter uma ideia, unir suas ideias, investir, manter, crescer e alcançar o sucesso. Tarefa que exige muita persistência. Para empreender é necessário saber descentralizar o poder, dividir comandos. Acima de tudo, respeitar e tratar seus parentes como profissionais. A profissionalização e a sucessão são os caminhos para perpetuar um negócio em família.