Pedro Salomão

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Pedro Salomão



Pedro Salomão é formado em Administração pela PUC Rio, com pós-graduação em Sociologia Política também pela PUC. Aos 22 anos, abriu sua primeira empresa e hoje já são quatro. Pedro é criador do conceito de identidade musical e da Radio Ibiza. Aos 36 anos, ele tornou-se um requisitado palestrante ao levar as experiências da Rádio Ibiza e de sua vida pessoal a outros executivos e empreendedores.

Com agenda cheia, costuma ministrar até quarenta palestras por mês para clientes como a operadora de TV a cabo NET e o Banco do Brasil, e em feiras e universidades espalhadas por todo o país.

Pedro Salomão se tornou  um empreendedor de sucesso ao transformar suas experiências profissionais e pessoais em palestras. Com uma vida agitada, entre uma reunião e outra, Pedro que está sempre com uma sunga por baixo da roupa, gosta   mesmo é de ser feliz. O palestrante se define como um careta autêntico e assumido: não bebe e não fuma. O palestrante acredita ainda que o potencial é imenso, mas vale trabalhar melhor o que ele chama de “inteligência emocional”, quase inexistente e extinta pela invasão do mundo digital. No mais, o que vale é a felicidade, e o bem-estar, mal humor não compensa.

Em 29 de junho, ele lança seu primeiro livro, Empreendendo Felicidade. Sem estatísticas nem estratégias, a obra traz basicamente histórias de apelo emocional.

“O que faz a diferença na minha trajetória não são os casos de sucesso, nem ideias brilhantes, mas sim a forma de gerir as pessoas”, explica. Como empresário, Pedrinho tem aversão a processos seletivos padronizados e organogramas — ele sempre adota a conversa olho no olho cada vez que vai contratar alguém.

Quem ouve Pedro Salomão discorrer sobre a felicidade não imagina as reviravoltas que ele enfrentou na vida. Não à toa, a parte mais surpreendente de suas palestras é aquela em que fala de seu passado.

Filho caçula de um armador de origem libanesa, dono de uma frota de oito navios, um hotel-fazenda e uma cobertura de 500 metros quadrados na Lagoa, ele teve uma infância privilegiada. Aos 13 anos, assistiu à riqueza da família esvair-se com a derrocada dos negócios navais do patriarca.

Com três irmãs mais velhas casadas ou morando fora do país, coube a Pedrinho acompanhar a mãe, já separada do pai, em uma vertiginosa queda no padrão de vida. Da cobertura, passaram para um apartamento de pouco mais de 50 metros quadrados em Copacabana, onde moraram de favor.

Segundo ele próprio costuma contar, era o menos inteligente da casa, mas, sendo o único homem de uma família de origem árabe e tradições arraigadas, sentia-se na obrigação de ser genial.

Formou-se em administração pela PUC para tentar salvar a empresa familiar (duas tias ajudaram a pagar os estudos), mas fracassou. Aos 25 anos, viu o pai definhar e morrer vítima de um câncer agressivo.

Quando conseguiu emprego num banco, foi a glória, ao menos para a mãe e as tias. No entanto, a rotina de terno e gravata não durou muito.

Logo pediu demissão para ajudar dois amigos de colégio a tocar uma produtora que deu origem à Rádio Ibiza, quando ninguém ainda pensava em usar a música como ferramenta para construir e incrementar uma marca. “A gente chegava às reuniões, apresentava a ideia, todo mundo achava lindo e perguntava: ‘Onde está o estudo que comprova que isso funciona?’.

Aí entrava o conceito de transparência em que eu sempre acreditei. Não tínhamos dado nenhum, simplesmente porque eles não existiam. Era tudo uma aposta. Meu pai costumava dizer que, como havia nascido pelado, estava sempre no lucro”, diverte-se.

Temas de Palestras:

- Empreendedorismo
- Felicidade
- Superação de Desafios
- Criatividade e inovação
- Gestão de Pessoas
- Liderança