Ricardo Prado

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Ricardo Prado



Ricardo Prado, é um nadador brasileiro. É considerado o maior nadador brasileiro da década de 1980.

Começou a nadar aos cinco anos de idade, por influência dos irmãos mais velhos. Aos 6 anos disputou o primeiro campeonato brasileiro infantil.

Foi campeão brasileiro pela primeira vez aos sete anos de idade, nos 50 metros nado borboleta.

Considerado precoce para a sua época, em 1977, com apenas 12 anos de idade, fez parte da seleção brasileira que foi ao Peru disputar o campeonato sul-americano de natação.

Nesse evento, ganhou oito medalhas (quatro de ouro e quatro de prata) e ainda quebrou o recorde infantil sul-americano nos 200 metros medley.

Estudava e treinava nos Estados Unidos na Mission Viejo Nadadores com o técnico Mark Schuber. Participou dos Jogos Olímpicos de Moscou em 1980, quando tinha 15 anos.

Em 1982, aos 17 anos, sagrou-se campeão e recordista mundial na prova dos 400 metros nado medley em Guaiaquil, no Equador com o tempo de 4'19".78.

Em 1983, Ricardo Prado conquistou 2 duas medalhas de ouro e duas de prata nos Jogos Pan-americanos de Caracas. Em 1984, seu recorde foi batido meses antes das Olimpíadas de Los Angeles pelo alemão-oriental Jens-Peter Berndt com 4'.19".61. Porém a Alemanha Oriental, juntamente com o bloco comunista boicotaria esta Olimpíada.

Ricardo era um dos favoritos à medalha de ouro. Entretanto nos Jogos Olímpicos de Los Angeles obteve a prata, vencido pelo canadense Alex Baumann com recorde mundial de 4'.17".41.

No campeonato Mundial de Madrid em 1986 terminou em 7o.lugar nos 400m medley.

Obteria ainda nos Jogos Pan-americanos de 1987 em Indianápolis uma medalha de prata e duas de bronze mas não nadou em sua especialidade, os 400m medley. Não participou das Olimpíadas de Seul em 1988.

Na Universíada de 1983, ele foi medalha de bronze nos 200 e 400 metros medley. E na Universíada de 1985, obteve o ouro nos 400m medley, e o bronze nos 200.

Nos dias de hoje, teria sido diferente. Atualmente, o esporte proporciona coisas que não proporcionava na época.

A natação brasileira é muito melhor hoje, temos melhores treinadores, grandes clubes investindo em treinamento, em estrutura, em viagens internacionais. Tudo que eu não tinha, hoje nossos atletas têm.

Se fosse hoje, teria estendido a carreira e talvez conseguido outros tantos resultados. Hoje, um atleta brasileiro tem tudo que precisa aqui. Não precisa sair, nem é indicado na maioria dos casos.

Sempre acompanhada dos estudos, boa parte nos Estados Unidos, a vida de atleta terminou sem sobressaltos. A transição natural para uma nova profissão poderia servir de exemplo para muitos. Formou-se em Economia, com mestrado, e em Educação Física. Trabalhou como treinador de Natação, comentarista esportivo na TV e gerente de eventos esportivos. Para os atletas atuais, entretanto, os tempos são outros.

Com o esporte mais profissional, os atletas passam a ganhar dinheiro. Cada vez que você recebe alguma coisa, você é obrigado a dar algo de volta.

Sei de atletas de grandes clubes que recebem um bom dinheiro e o clube não quer que eles estudem, por exemplo, para ter dedicação exclusiva.

Com a profissionalização, a entrada dos patrocínios, muitos estão deixando para estudar mais tarde, o que eu acho um erro. Antigamente, a gente dizia que treinava de madrugada, porque depois ia para as aulas de manhã. Aí, voltava para treinar de tarde novamente. Hoje, quase não se vê isso.

Temas de Palestras:

- Esportes
- Disciplina
- Competitividade
- Motivação
- Liderança
- Superação de Desafios / Mudanças

Em suas palestras, Ricardo Prado fala sobre sua experiência como atleta de sucesso, treinador e gerente esportivo, além de destacar a importância da dedicação, do treinamento, do comprometimento, da disciplina e do esforço no dia-a-dia de quem quer ser um campeão.

Segundo o campeão, “é preciso acreditar, criar metas e trabalhar duro para alcançá-las. É preciso estar preparado paras as competições diárias da vida”.

Tipos de Trabalhos

- Mestre de Cerimônias


AT-01-09