Muricy Ramalho

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Muricy Ramalho



É um treinador e ex-futebolista brasileiro. Atualmente, comanda o Sao Paulo.

Muricy defendeu na década de 1970 as cores do São Paulo, onde jogou 177 partidas, marcando 26 gols.

Atuou como meia e ponta-de-lança, jogando ao lado de Pedro Rocha e Chicão.

Com longos cabelos e futebol refinado, foi saudado pela imprensa paulista como mais um dos "sucessores de Pelé". Nesta passagem, foi treinado por nomes como José Poy e Rubens Minelli.

Palmeirense quando criança, em 1965 foi levado por Valdemar Carabina, amigo do pai de Muricy, para o São Paulo.

Era tão elogiado quando estava no Infantil que, em 1969, só a sua presença no time do São Paulo que decidiria o campeonato dos dentes-de-leite fez 20 mil pessoas lotar o Estádio Nicolau Alayon, campo do Nacional.

Em 1971, com o São Paulo sob o comando de Oswaldo Brandão, treinou pela primeira vez entre os profissionais, 2 mas só fez sua estreia dois anos depois, em 22 de agosto de 1973, em um amistoso contra o União Bandeirante (vitória por 1 a 0), logo após voltar, a pedido da diretoria, de alguns meses emprestado ao Pontagrossense.

Segundo o Jornal da Tarde, ele "deveria ser lançado aos poucos, pois, como os outros juvenis que o Poy está promovendo, não parece ter a estrutura necessária para entrar no time numa fase instável e acertar". Tanto é que sua partida seguinte foi também sua primeira partida oficial, em 10 de novembro, no empate por 2 a 2 contra o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro de 1973.

Após se aposentar como jogador, treinou o ex-clube Puebla, em 1993, e depois transferiu-se para o São Paulo, para ser auxiliar técnico de Telê Santana e chegou a treinar o time de reservas do tricolor que ganhou a Copa Conmebol de 1994, além de assumir o time principal quando Telê estava de férias, geralmente no começo do ano.

Em uma dessas ocasiões, em janeiro de 1994, Muricy até ligou para o técnico, de férias em Porto Seguro, e este ditou o time que deveria começar jogando.

Quando Telê teve de se aposentar por conta de uma isquemia, Muricy assumiu o time, mas menos de seis meses depois voltou a ocupar a função de auxiliar técnico, sendo substituído por Carlos Alberto Parreira.

Voltou ao comando do time com a demissão de Parreira e caiu novamente em 1997, depois de um mau início no Campeonato Paulista, sendo substituído por Darío Pereyra, que levou o time ao vice-campeonato. Na ocasião, chegou a prometer que voltaria para cravar seu nome na história do clube.

Depois de passar por Guarani, Shanghaï Shenhua, da China, e Ituano, chegou ao Botafogo de Ribeirão Preto para o Brasileiro de 1999, com a missão de revelar garotos, segundo explicou à revista Placar. Pediu demissão após o sétimo jogo seguido sem vitória, um empate em casa com o Sport, na oitava rodada, resultado que manteve o clube na última posição da corrida contra o rebaixamento.

Nesta terceira passagem, Muricy também espantou alguns estigmas que permaneciam vivos desde a segunda, entre 2006 e 2009. Se, antes, o treinador era responsabilizado por incentivar "chuveirinhos" na área adversária, o que, de acordo com rivais, tornava o São Paulo um time de uma só jogada, e por dar pouca chance a revelações, sua versão 2013 refutou ambas as "acusações": além de nunca ter tido a bola aérea como principal jogada, segundo o Datafolha, ele deu diversas oportunidades a jovens, como Rodrigo Caio e Ademilson, que brilharam recentemente em seleções brasileiras de base.

O treinador também abriu mão de seu velho 3-5-2 e, por conta dos atletas à sua disposição, passou a atuar no 4-2-3-1, esquema em moda no atual mundo do futebol.

Em 7 de dezembro, Muricy renovou por mais duas temporadas com o clube, ficando no Morumbi, portanto, até 2015.

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