Ricardo Kotscho

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Ricardo Kotscho



Iniciou a carreira no jornalismo aos 16 anos no jornal Folha Santamarense.

Depois, passou pelas redações dos jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, das revistas Isto É, Época e, na televisão, pela TV Globo, CNT, SBT e Rede Bandeirantes.

Atualmente é comentarista do Jornal da Record News e repórter especial da Revista Brasileiros.

Durante o governo Figueiredo, no início da década de 1980, quando era correspondente do Jornal do Brasil na Alemanha Ocidental, foi condenado pelo II Tribunal de Alçada do Rio de Janeiro a um ano e quatro meses de prisão, com sursis, por ter publicado uma entrevista na qual um juiz era apontado como o amigo influente do pai de um traficante de drogas.

Kotscho comprovou que a citação era baseada em declaração original do entrevistado ao jornal suíço Neue Zürcher Zeitung.

Ainda assim foi condenado, em ação proposta por aquele magistrado.

Ameaçado e pressionado, Kotscho viu-se impelido a virar correspondente na Alemanha, entre 1977 e 1978.

De 2003 a 2004, durante o governo Lula, foi Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República.

Em 2008, foi um dos cinco jornalistas brasileiros contemplados com o Troféu Especial de Imprensa da ONU.

Tem 19 livros publicados _ entre eles, “Do Golpe ao Planalto - Uma Vida de Repórter” (Companhia das Letras) e “Explode um Novo Brasil - Diário da Campanha das Diretas” (Editora Brasiliense).


Tipos de Trabalhos

- Jornalistas
- Mestre de Cerimônias
- Moderador de Debates

AT 12-08