Romário

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Romário de Souza Faria, mais conhecido apenas como Romário, é amplamente tido como um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, um ex-futebolista que atuava como atacante, e político brasileiro.

Conhecido popularmente como "Baixinho", pela baixa estatura, o jogador ainda teve uma breve experiência como treinador, dirigindo o Vasco da Gama, clube com o qual é mais identificado, embora já tenha declarado expressamente não ser torcedor, já que torce para o America, por influência de seu pai.

Também conseguiu ser ídolo nos rivais Flamengo e Fluminense, além do América, onde encerrou a sua carreira.

É o terceiro maior artilheiro da Seleção Brasileira, com cinquenta e cinco gols marcados. Para a revista argentina El Gráfico, é o maior goleador da história do futebol.

Da mesma forma assim o considera a Revista Placar, dividindo o seu posto com Pelé, ambos com 720 gols em competições oficiais.

É ainda o jogador com o maior número de artilharias na história do futebol - foi artilheiro em 27 das 83 competições oficiais que disputou.

Para a IFFHS, Romário é o quarto maior goleador do futebol mundial em campeonatos nacionais de primeira divisão.

É um dos maiores centroavantes brasileiros, e do futebol mundial, de todos os tempos.

Entre seus muitos títulos, destaca-se a Copa do Mundo de 1994, na qual foi a figura principal.

Na época do mundial, era jogador do Barcelona, e encantou até o duro treinador da equipe, Johan Cruijff, autor de um dos famosos apelidos do atacante: "gênio da grande área".

Cruijff também se incluiu entre aqueles muitos que creditam a vitória do Brasil em 1994 primordialmente ao desempenho do atacante.

O neerlandês declararia também que "Ele tinha uma qualidade fantástica no seu futebol. Mesmo sem trabalhar duro, podia criar jogadas geniais" No mesmo sentido já disse Hristo Stoichkov, dupla de ataque do brasileiro naquele Barcelona: "Nunca vi um jogador fazer as coisas que ele fazia dentro da área".

Tostão foi outro a render homenagens a Romário, afirmando que, se pudesse, deixaria seu lugar para o Baixinho na escalação da Seleção Brasileira de 1970.8 Romário também se caracterizaria por desavenças com técnicos, ex-jogadores e colegas, além de sua boemia e aversão a treinamentos.

"Nunca fui atleta. Se eu tivesse levado uma vida regrada como atleta, eu teria feito muito mais gols, mas não sei se seria feliz como sou hoje", diria em 2004.5

Em maio de 2007, Romário tornou-se o segundo brasileiro que se tem registro a chegar à marca do milésimo gol na carreira futebolística.

No mesmo ano, seu nome batizou o estádio do Duque de Caxias, cujo nome popular também lhe faz referência: Marrentão.

ua carreira está identificada ao Vasco da Gama, clube onde iniciou sua carreira e lhe garantiu reconhecimento nacional e internacional sendo campeão brasileiro em 2000, campeão da Copa Mercosul em 2000, campeão carioca em 1987 e 1988.

Romário teve uma passagem pelo futebol da Holanda, jogou pelo PSV Eindhoven que o havia comprado por US$5 milhões, e lá jogou durante 6 anos, conquistando títulos importantes para o clube do técnico Guus Hiddink, ganhando os Campeonatos Holandeses de 1988-89, 1990-91 e 1991-92, a Copa dos Países Baixos em 1989 e 1990 e a Supercopa dos Países Baixos em 1992.

Após sua passagem pelo PSV, Romário foi negociado por US$4,5 milhões pelo Barcelona, onde teve relevante participação na conquista de importantes títulos, entre eles o Campeonato Espanhol de 1993-94.

Considerado um dos jogadores mais importantes entre os que vestiram a camisa do clube catalão, é também ídolo da torcida.

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